Sergio Ricardo – A Bossa Romantica de Sergio Ricardo (1960)

9 01 2012

Link original: Sergio Ricardo – A Bossa Romantica de Sergio Ricardo (1960)
Publicado em: Sunday, February 11, 2007 by zecalouro

It is good to spent a time with Loronixers in the real world, you come back full of recommendation of posts that makes your life pretty easy. We were talking about music – what else we could talk about? – when someone picked this one from the shelf. I made a question with my green face about this record and everybody yelled out back very loud: “It is Amazing”! With such determination, let’s give it a try.

This is Sergio Ricardo – A Bossa Romantica de Sergio Ricardo (1960), for Odeon. The great curiosity about this record is on the title, sometimes taken as “Nao Gosto Mais de Mim”, others say “Musicas e Letras dele Mesmo”. I preffer to stay with A Bossa Romantica de Sergio Ricardo, defines better the LP, produced by Aloysio de Oliveira and features 12 tunes composed by Sergio Ricardo. Tracks include:

01 – Pernas (Sergio Ricardo)
02 – Não Gosto Mais de Mim (Sergio Ricardo)
03 – Máxima Culpa (Sergio Ricardo)
04 – Poema Azul (Sergio Ricardo)
05 – Puladinho (Sergio Ricardo)
06 – Ausência de Você (Sergio Ricardo)
07 – O Nosso Olhar (Sergio Ricardo)
08 – Zelão (Sergio Ricardo)
09 – Bouquet de Isabel (Sergio Ricardo)
10 – Relógio da Saudade (Sergio Ricardo)
11 – Além do Mais (Sergio Ricardo)
12 – Amor Ruim (Sergio Ricardo)

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Este disco pode ser buscado no Um que Tenha.


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9 01 2012
300discos

Comentários originais:
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g picanco on Monday, 12 February, 2007
“Sinal Verde / Atravessei pra lá do Sol…”
Não é pra qualquer poeta.
“Porém uma buzina conversível / Chamou para o conforto / as pernas lindas / E eu devolvi ao sol da tarde / a inspiração…”.
Não é qualquer um que pode dizer isso impunemente.
Tempos em que conversíveis passeavam pela beira das praias.

O Gênio (quase sempre incompreendido – é só lembrar de ‘Beto Bom De Bola’) de Sérgio Ricardo faz das suas em todos os campos das artes há muito tempo.
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Refer on Monday, 12 February, 2007
Alguém aí leu o livro ‘Quem quebrou meu violão’ escrito por Sergio Ricardo? É veneno destilado parágrafo a parágrafo; se espremer, escorre fel. O homem é um poço até aqui de mágoa.

– Fiz este mesmo comentário numa publicação anterior; como ninguém respondeu, deduzi que ninguém leu o comentário. (Ou que ninguém leu o livro)
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zecalouro on Monday, 12 February, 2007
Refer,

“publicação anterior” foi a coisa mais culta que já li aqui.

Repare que em 1960 ele já não gostava dele mesmo, dependendo do ano em que o “Quem quebrou meu violão” foi escrito, a coisa deve ter se complicado mesmo.

Vou procurar pelo livro, parece interessante.

Abraços, zeca
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Le Dude on Monday, 12 February, 2007
terrific post. by the way, would love to listen to nascimento’s “cube de esquinha” — any chance to see it at Loronix? obrigado & see ya, Le_Dude
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Le Dude on Monday, 12 February, 2007
terrific post. by the way, would love to listen to nascimento’s “cube de esquinha” — any chance to see it at Loronix? obrigado & see ya, Le_Dude
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g picanco on Monday, 12 February, 2007
Refer,
tive a oportunidade de ter o livro para ler e desisti.
Não li para não destruir a figura que conheci e que vive no meu imaginário até hoje.
Veja você: costumo gostar das obras de arte independentemente da história de quem as criou. Se vc fosse assistir ao filme Amadeus naquela época, internava o Mozart e matava o pobre do Salieri.
Vou ler, qq hora dessas, o livro.
Isso não tira o mérito do artista.
Desde Barravento Sérgio Ricardo, destilando fel ou não, é um Senhor Talento.
E a Violada Na Platéia foi o prenúncio do discurso do Caetano, estão lembrados?
Não li todos os comentários do blog. Acho que vou tirar um dia só para isso.
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Refer on Monday, 12 February, 2007
SR escreveu o livro para responder a Ruy Castro, que no seu Chega de Saudade disse que SR foi cantar no Carnegie Hall à custa de bajulação rasteira e depois passou as gafes, erros etc. do pessoal da BN para José Ramos Tinhorão arrasar com o espetáculo pela imprensa. Bem coisa de esquerda rançosa, odiosa e ressentida.
Sujeito estranho esse SR, que no final dos anos 70 foi morar na favela. Deve ser ‘favelado’ até hoje.
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g picanco on Tuesday, 13 February, 2007
Pra que criar polêmicas desnecessárias? Essa esquerda rançosa tirou o país de uma ditadura. Mas vamosdeixar isso pra lá. Existem coisas melhores. E, como diz a canção: ‘… Pra que discutir com madame…’
E, se você for buscar as várias histórias dos vários componentes daquela caravana cultural, vai ficar sem a menor referência histórica para dizer qual a verdade.
Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.
Não podemos ser sectários. Nem nos basearmos apenas naqueles que gostamos (de ler/ouvir). Tinhorão, com todas as suas esquisitices tinha seus motivos – na época – de se mostrar tão revoltado. Mas isso é papo para um botequim, em pé, debruçado no balcão, reclamando dos tremoços inssossos.
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Refer on Tuesday, 13 February, 2007
Tem uma música de SR, que aliás está neste mesmo disco, ‘Bouquet de Isabel’, que não posso ouvir com Maysa porque começo a chorar desesperadamente. Um cara capaz de escrever uma coisa tão forte assim não dá para avaliar por baixo seu talento. São duas coisas distintas, a arte e o homem. A tragédia é que as pessoas costumam misturar — o que não fiz aqui, o que tomo o cuidado de não fazer nunca. Não dá para sentir ternura (ou respeito, que seja) por alguém com o caráter de SR só porque foi capaz de compor ‘Poema Azul’.
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g picanco on Tuesday, 13 February, 2007
Refer (ele ou ela?), procure saber porquê ele foi morar no Vidigal. Já viu a vista que se tem de lá? Para um músico, um artista plástico, uma pessoa que não tem como referências sociais o apartheid e que, acima de tudo, não está com a burra cheia, morar dignamente ali é um presente.
É bom ser respeitado em qualquer lugar onde vivamos.
Bom, não tenho procuração do cara para ficar falando da sua vida.
‘Bouquet de Isabel’ é belíssimo.
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Anonymous on Monday, 10 November, 2008
“Alguém aí leu o livro ‘Quem quebrou meu violão’ escrito por Sergio Ricardo? É veneno destilado parágrafo a parágrafo; se espremer, escorre fel. O homem é um poço até aqui de mágoa.”

Eu estou lendo e acho que você é que leu o livro errado. Até agora vi ele apenas respondendo algumas pessoas que o agrediram primeiro em reportagens e fofocas. E dá citações, inclusive uma do Tinhorão que desmente a versão do Ruy Castro. Responder fofocas e mentiras é ser “rancoroso”? Na maior parte do livro ele fala dos amigos.

P.S.: Publiquei anônimo porque não tenho conta aqui nesse troço. Meu nome é Marcio.
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Anonymous on Friday, 28 August, 2009
This has become one of my favorite albums. Does anybody know who did the arrangements? The album cover doesn’t have any information.

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